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Cultura

Declarações de Marina Mota tornam-se virais. “Ecrãs a negro”

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Marina Mota mostrou-se esta terça feira, no programa da RTP1 “A Nossa Tarde”, bastante indignada pela falta de apoios ao setor da cultura.

Tal como tantos outros artistas, Marina Mota viu a sua carreira profissional estagnar com a pandemia de Covid-19. A atriz encontrava-se numa digressão do seu espetáculo de comédia “E Tudo o Morto Levou”, que foi entretanto interrompida.

Na sua intervenção, Marina Mota criticou o Governo pela falta de apoios à cultura, relembrou que grande parte das companhias teatrais não são subsidiadas e deixou um desafio para que todos entendam a importância da cultura no País e no mundo.

“Não sei se é possível, mas gostaria que, pelo menos durante só 48 horas – acho que não seria preciso mais – que não fosse permitido ouvir nada na Spotify, que não fosse permitido ver Netflix, que não houvesse nada, nada onde as pessoas do meu sector fizessem parte. Desliguem todas as rádios, deixem tudo em silêncio e os ecrãs todos a negro. E pode ser que assim percebam a falta que nós fazemos”, referiu a artista.

Cultura

Artista dinamarquês fugiu com 70 mil euros de museu e chamou-lhe “obra de arte”

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Um museu dinamarquês quer que um artista devolva cerca de 534 mil coroas norueguesas (equivalente a 72 mil euros), que recebeu em notas para serem incorporadas em obras de arte, ​depois de ter exposto telas em branco com o título “Pegue no dinheiro e corra”.

Jens Haaning, um artista dinamarquês, tinha feito um acordo com o Museu Kunsten, no norte da Dinamarca, de que usaria as notas para recriar um par de obras de arte de 2007 e 2010, que mostrava a diferença entre o salário anual de um austríaco e de um dinamarquês. No entanto, quando o museu abriu a caixa que Haaning entregou para a instalação, teve uma surpresa: o dinheiro tinha desaparecido, as telas estavam em branco e o título da obra de arte tinha sido alterado.

“Ele provocou a minha equipa curatorial e também me provocou um pouco, mas eu também ri porque era muito humorístico”, disse Lasse Andersson, diretor do museu na cidade de Aalborg, em declarações à “BBC”, acrescentando, porém, que o dinheiro precisava de ser devolvido. “É o dinheiro do museu e temos um contrato a dizer que o dinheiro será devolvido no dia 16 de janeiro”, disse.

Essa não parece ser a intenção de Haaning. Ao jornal local “dr.dk”, o artista de 56 anos garantiu que vai ficar com o dinheiro. “A obra de arte é que eu fiquei com o dinheiro deles”, afirmou. “Não é roubo. É uma quebra de contrato e a quebra de contrato faz parte do trabalho”.

Segundo Hanning, a obra foi concebida em retaliação ao que ele considera uma remuneração irrisória por ser incluído na exposição. “Encorajo outras pessoas que têm condições de trabalho tão miseráveis quanto eu a fazer o mesmo”, afirmou.

O artista disse ainda que recriar os seus trabalhos anteriores teria custado 25 mil coroas norueguesas (2470 euros) do seu próprio bolso e que fazê-lo faria perder o sentido dos originais. “Por que deveríamos mostrar um trabalho com 11 anos que é sobre a Dinamarca ou um sobre o relacionamento da Áustria com um banco há 14 anos?”, questionou.

O diretor do museu refuta a alegação de Haaning de que o museu não concordou em pagar o seu serviço de forma justa. “Acabámos de assinar um acordo com a associação de artistas dinamarquesa que aumenta o valor que os artistas recebem quando estão em exposição”, explicou. “Acho que Jens quebrou o acordo”.

De acordo com a “Bloomberg”, o Museu Kunsten está a considerar a possibilidade de envolver a polícia no caso se Hanning não devolver o dinheiro até ao final da exposição em janeiro de 2022.

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Cultura

Liam Gallagher dedicou ‘Live Forever’, dos Oasis, a Charlie Watts.

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Liam Gallagher homenageou Charlie Watts, falecido baterista dos Rolling Stones, com uma das canções mais famosas dos Oasis: ‘Live Forever

O músico atuou esta sexta-feira no festival de Leeds, e relembrou o baterista com uma performance emotiva daquela que já disse ser a sua canção preferida dos Oasis.

“O Charlie Watts está, provavelmente, a divertir-se à grande lá em cima”, acrescentou ainda. Veja o vídeo.

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Cultura

Pixies encabeçam o festival Paredes de Coura 2022

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O festival Paredes de Coura divulgou hoje os 20 primeiros nomes para a próxima edição, que se realiza de 16 a 20 de agosto de 2022.

Pixies e IDLES encabeçam esta primeira ‘investida’ do festival courense. Eram nomes já anunciados para as edições que se viram canceladas. Veja a lista completa das confirmações divulgadas este sábado:

Pixies
IDLES
The Blaze
Slowthai
Tommy Cash
BadBadNotGood
The Comet Is Coming
Yellow Days
Parque Courts
Ty Segall & Freedom Band
Yves Tumor
Alex G
Beabadoobee
Molchat Doma
Viagra Boys
The Murder Capital
L’Impératrice
Mall Grab
Nu Genea Live Band
HAAi

A partir de terça-feira, 24 de Agosto, às 12h00, e por um período de 72 horas, os passes para o festival custam 110 euros nos locais habituais. A partir de sexta-feira, às 12h00, o preço passa a ser 120 euros, refere a organização, que também apresenta informações sobre as trocas de passes para as edições que se viram adiadas: “poderá também ser efetuada a partir da mesma data, online e em loja, mediante o local onde foi adquirido. Os detalhes sobre como fazer esta troca ficam disponíveis na mesma data, no site oficial do festival”.

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