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Sociedade

Faleceu com Covid-19 o vocalista da banda brasileira Roupa Nova

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Paulinho, vocalista da banda brasileira Roupa Nova, morreu aos 68 anos vítima de Covid-19.

O cantor, que deu voz aos hits  “Dona” e “Linda Demais”, foi internado dias antes nos cuidados intensivos e a doença acabou por ser fatal. O anúncio da sua morte foi realizado pela banda, através da conta de Instagram, esta terça feira de madrugada.

“As luzes do palco se apagaram. Infelizmente, o nosso querido Paulinho não resistiu”, começam por dizer no comunicado.

“Acabamos de receber a notícia que ele veio a falecer de falência de múltiplos órgãos, após ser acometido pela infecção do vírus Covid-19. Paciente decorrente de outras co-morbidades, entre elas um transplante de medula óssea devido a um linfoma, ele teve uma parada cardiorrespiratória hoje, que levou à parada dos órgãos. Nossos agradecimentos a todos os que oraram e pediram por ele. Deus o receba de braços abertos”, pode ainda ler-se na mesma publicação.

Sociedade

Sara Barradas partilha dia feliz. “Em contagem decrescente”

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Sara Barradas já tinha partilhado com os seus seguidores que, à semelhança de muitos outros artistas, está ansiosa por voltar aos palcos.

Esta terça-feira, a atriz partilhou uma fotografia na qual se mostrou em ensaios, juntamente com a restante equipa, Ana Guiomar e Samuel Alves.

“8 dias. Contagem decrescente. Perfeitos Desconhecidos. Teatro Maria Matos”, escreveu na legenda, apelando aos internautas que compareçam ao espetáculo.

Recorde-se que está prevista a abertura das salas de espetáculo já no próximo dia 19 de abril, medida que faz parte da terceira fase de desconfinamento imposta pelo Governo.

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Sociedade

Enfermeiro mostra envelhecimento em apenas um ano a lidar com a pandemia

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Um enfermeiro do hospital Gregorio Marañón, em Madrid, Espanha, mostrou aos seus seguidores o quanto envelheceu em apenas um ano devido à complicada tarefa de estar na linha da frente de combate à pandemia de Covid-19.

Víctor Aparicio, que também é porta-voz de uma associação relacionada com cuidados de saúde primários, recordou uma fotografia que quando, um ano antes, esteve num canal de televisão a falar sobre a pandemia.

Agora, 365 dias depois, surge com mais rugas e cabelos brancos, como se comprova pelo antes e depois partilhado pelo profissional de saúde. “Sou enfermeiro de UCI. Um ano separam estas duas imagens. Penso que a alteração exterior é evidente. Não imaginam a interior”, escreveu aquando da publicação.

Ora veja.

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Sociedade

Pandemia faz Disparar Procura de Imobiliário

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Os efeitos nefastos da pandemia são ainda alvo de aceso debate nas mais diversas esferas da sociedade. Sendo o futuro ainda tremendamente incerto, resta-nos aguardar e observar com maior atenção alguns dos exemplos e tendências positivas em tempos de elevada expetativa.

As boas notícias advêm em grande parte de um desempenho positivo em alguns dos segmentos vitais para a economia nacional. Afetados seguramente, porém demonstrando notável resiliência. Profissionais, investidores e consumidores seguem atentos ao progresso do mercado imobiliário e às inúmeras oportunidades que este ainda encerra.

Números Atuais Animam

Quem o revela é o mais recente barómetro do imobiliário da Imovirtual referente ao mês de fevereiro de 2021. Entre janeiro e fevereiro, os preços cresceram na ordem dos 0,8% a nível nacional, fixando o valor médio de venda nos €346.503.

A subida mais relevante neste curto período é atribuída ao distrito do Porto, onde o valor médio atual de €315.055 representa uma subida de 2%.

Olhando para um panorama mais abrangente e comparando o período homólogo, a compra de casa esteve efetivamente ao rubro desde o início da pandemia em determinados distritos.

Evoluções de preços notáveis foram registadas entre fevereiro de 2020 e 2021 nos seguintes:

  • Aveiro passou de €212.923 para €228.910 (+7,5%);
  • Beja cresceu de €212.923 para €228.910 (+6,6%);
  • Castelo Branco passou de €117.518 para €124.810 (+6,2%);
  • Vila Real viu o preço médio de venda aumentar de €170.310 para €180.188 (+5,8%).

Outros distritos seguiram igualmente uma evolução positiva um pouco por todo o país, ainda que três em particular tenham registado uma tendência decrescente acentuada:

  • Évora passou de €213.059 para €189.125 (-11,2%);
  • Guarda viu o valor de €132.524 cair para €117.866 (-11,1%);
  • Portalegre passou de €131.426 para €117.965 (-10,2%).

Pesquisa Online Pesa Cada Vez Mais

Independentemente das variações acentuadas que se observam no mercado imobiliário, a forma como procuramos habitação está a mudar rapidamente. Impulsionado pela pandemia, a pesquisa online é cada vez mais relevante e com considerável espaço para continuar a crescer.

A tipologia sobre a qual incide a pesquisa também se alterou consideravelmente ao longo do último ano. Aquelas de maior dimensão como moradias registaram uma subida na ordem dos 24,2%, com os terrenos a registarem 21,5% e quintas e herdades uns impressionantes 34,8%.

É aparente que o paradigma de vida nos grandes centros urbanos está a mudar. O êxodo rural poderá assim estar perante a solução que anos de teorias falharam em travar. Resta aos decisores políticos responsáveis pelos distritos do interior do país saber definir as prioridades para aproveitar esta tendência e melhor se posicionarem para o futuro.

O Imobiliário do Futuro

Algumas destas tendências poderão ter vindo para ficar. Desde logo, a crescente presença da tecnologia na forma como acedemos a informação e como interagimos com a mesma.

A pandemia veio tornar as empresas do ramo imobiliário crescentemente tecnológicas, recorrendo a soluções como visitas virtuais, apresentação de imóveis em 3D, interação com as mesmas através de sistemas de mensagens instantâneas ou videoconferência.

Nada indica, portanto, que num cenário de viragem de página sobre a pandemia, estas mudanças profundas sejam substituídas pelos modelos antigos. Muito provavelmente, o imobiliário e inúmeros outros segmentos de atividade mudaram de forma estrutural e profunda de tal forma que nunca mais os encontraremos como antes.

Quanto ao desempenho global do mercado imobiliário português, parece promissor uma vez virada a página nas restrições de viagens. Caso os mecanismos de suporte financeiro sustentem este segmento por mais algum tempo, poderemos manter a expectativa de voltar a assistir a um ritmo de crescimento na ordem dos dois dígitos.

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