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Sociedade

Ex-mulher de Phil Collins alega que o músico se recusava a tomar banho.

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A ex-mulher de Phil Collins, Orianne Cevey, acusa o músico de falta de hábitos de higiene e comportamento antissocial

Depois de ter sido expulsa da casa do músico, a ex-mulher de Phil Collins luta em tribunal por uma compensação monetária. As mais recentes alegações falam em falta de hábitos de higiene e comportamento antissocial

As alegações foram apresentadas em tribunal, no âmbito do processo que Orianne Cevey apresentou depois de, no passado mês de agosto, Phil Collins ter obtido uma ordem judicial para expulsá-la – a si e ao seu novo marido – da sua casa em Miami, nos Estados Unidos.

Em outubro, ambas as partes concordaram que Orianne Cevey e o novo marido deixariam a habitação até meados de janeiro, mas a mulher, que tem nacionalidade suíça, continua a reclamar, em tribunal, que é coproprietária da casa de Phil Collins, que vale mais de 30 milhões de euros.

Nos últimos documentos apresentados em tribunal, Orianne Cevey alega que, no último ano, Phil Collins se tornou um eremita, recusando-se a socializar, desistindo de fazer música e abusando de analgésicos. A ex-mulher do britânico assegura ainda que “durante meses” o ex-Genesis se recusou a tratar da sua higiene.

Os advogados de Phil Collins já responderam, considerando que estas acusações não têm fundamento e que são “escandalosas, obsecenas, sem éticas e, na sua grande parte, flagrantemente falsas ou altamente exageradas”. A defesa sugere ainda que Orianne Cevey pretende “extorquir” dinheiro do homem com quem foi casada durante sete anos, até 2006. O casal reconciliou-se em 2015, separando-se novamente no início deste ano.

Sociedade

Estrela da internet com 22 anos comprou mansão de John Lennon

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Chama-se Lucas Castellani e acaba de adquirir uma mansão, em Los Angeles, que pertenceu a John Lennon. O jovem brasileiro, de 22 anos, é uma estrela da internet e soma mais de um milhão de seguidores no Instagram.

A mansão foi adquirida pelo valor de 4 milhões de euros, situa-se no mesmo bairro onde residem Lenny Kravitz e Paris Hilton, e conta com três quartos, quatro casas de banho e piscina com jacuzzi, com a área total a somar 278m2.

“Não acho que tenha necessidade de morar em uma casa tão grande sozinho. É empreendedorismo e investimento. Não é presente dos pais, não foram eles que deram. Fui ao banco, financiei e consegui a aprovação como forma de me consolidar nos EUA e conseguir o green card”, esclareceu o jovem.

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Sociedade

“Family Talks: Luta Rosa, Pensa Rosa” em exposição no Alameda Shopping até 17 de outubro

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No âmbito do mês de “outubro rosa”, o Alameda Shop & Spot recebe a exposição fotográfica “Family Talks: Luta Rosa, Pensa Rosa.”.

A iniciativa decorre entre os dias 2 a 17 de outubro, com o apoio da Fama Rádio e em parceria com o AXN White, com o objetivo alertar para a doença oncológica do Cancro da Mama.

Localizada na Praça Central, no piso 1, a exposição tem como participantes doentes e
ex-doentes oncológicos reais, que ultrapassaram a doença ou ainda se encontram em
fase de tratamento. Desenvolvida pela fotógrafa Inês Costa Monteiro ,a exposição pretende sensibilizar a população para o Cancro da Mama – uma doença que, em Portugal, regista cerca de 6 mil novos casos todos os anos -, dando destaque à importância do diagnóstico precoce e ao acompanhamento médico regular.

Para Marta Trigoso, Senior Marketing Manager do AXN Portugal, “esta é uma homenagem simbólica que permite dar um rosto à doença e aproximá-la da população, relembrando que o diagnóstico pode ser a diferença entre um caso detetado a tempo ou não”.

A inicitiva faz parte da campanha de sensibilização do canal AXN WHITE, “Luta Rosa, Pensa Rosa.”, no âmbito das ações Family Talks, já desenvolvidas pelo canal de televisão. A decorrer durante outubro, o canal irá vestir-se de cor-de-rosa numa campanha integrada on air e nas redes sociais.

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Cultura

Artista dinamarquês fugiu com 70 mil euros de museu e chamou-lhe “obra de arte”

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Um museu dinamarquês quer que um artista devolva cerca de 534 mil coroas norueguesas (equivalente a 72 mil euros), que recebeu em notas para serem incorporadas em obras de arte, ​depois de ter exposto telas em branco com o título “Pegue no dinheiro e corra”.

Jens Haaning, um artista dinamarquês, tinha feito um acordo com o Museu Kunsten, no norte da Dinamarca, de que usaria as notas para recriar um par de obras de arte de 2007 e 2010, que mostrava a diferença entre o salário anual de um austríaco e de um dinamarquês. No entanto, quando o museu abriu a caixa que Haaning entregou para a instalação, teve uma surpresa: o dinheiro tinha desaparecido, as telas estavam em branco e o título da obra de arte tinha sido alterado.

“Ele provocou a minha equipa curatorial e também me provocou um pouco, mas eu também ri porque era muito humorístico”, disse Lasse Andersson, diretor do museu na cidade de Aalborg, em declarações à “BBC”, acrescentando, porém, que o dinheiro precisava de ser devolvido. “É o dinheiro do museu e temos um contrato a dizer que o dinheiro será devolvido no dia 16 de janeiro”, disse.

Essa não parece ser a intenção de Haaning. Ao jornal local “dr.dk”, o artista de 56 anos garantiu que vai ficar com o dinheiro. “A obra de arte é que eu fiquei com o dinheiro deles”, afirmou. “Não é roubo. É uma quebra de contrato e a quebra de contrato faz parte do trabalho”.

Segundo Hanning, a obra foi concebida em retaliação ao que ele considera uma remuneração irrisória por ser incluído na exposição. “Encorajo outras pessoas que têm condições de trabalho tão miseráveis quanto eu a fazer o mesmo”, afirmou.

O artista disse ainda que recriar os seus trabalhos anteriores teria custado 25 mil coroas norueguesas (2470 euros) do seu próprio bolso e que fazê-lo faria perder o sentido dos originais. “Por que deveríamos mostrar um trabalho com 11 anos que é sobre a Dinamarca ou um sobre o relacionamento da Áustria com um banco há 14 anos?”, questionou.

O diretor do museu refuta a alegação de Haaning de que o museu não concordou em pagar o seu serviço de forma justa. “Acabámos de assinar um acordo com a associação de artistas dinamarquesa que aumenta o valor que os artistas recebem quando estão em exposição”, explicou. “Acho que Jens quebrou o acordo”.

De acordo com a “Bloomberg”, o Museu Kunsten está a considerar a possibilidade de envolver a polícia no caso se Hanning não devolver o dinheiro até ao final da exposição em janeiro de 2022.

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