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Sociedade

Bruno Nogueira dá “lição” de cidadania

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O passado sábado, dia 20 de março, ficou marcado por uma manifestação contra o confinamento e o uso de máscara obrigatória, em Lisboa. No total, reuniram-se cerca de duas mil pessoas e, entre elas, algumas figuras bem conhecidas do público português tais como a atriz Sandra Celas e a cantora Wanda Stuart.

Esta terça feira, Bruno Nogueira  durante mais um episódio de “Como É Que O Bicho Mexe?” expressou a sua opinião sobre o assunto e deu uma verdadeira lição de cidadania.

“Mexe muito com o meu sistema nervoso. Tento ser uma pessoa calma e respirar, mas depois vejo até pessoas que conheço, atrizes com quem já contracenei a fazerem diretos e a dizerem tanta m*****. Fico seco. Aquilo que me irrita mais na manifestação é a utilização da palavra liberdade, e [usarem] o ‘Grândola Vila Morena”, revelou o humorista.

Bruno Nogueira reconheceu que nem sempre a pandemia foi gerida da melhor maneira, mas acredita que a luta pelos direitos não pode comprometer a saúde pública.

“Quando atrizes e cantoras se chegam à frente a apelar à liberdade e a dizer barbaridades como o facto de não ter de se usar a máscara em público, na rua, e vão três mil pessoas para uma manifestação, juntas, a maior parte sem máscara a apelar à liberdade como se a liberdade fosse não usar máscara… Quando há uma questão de saúde pública, olhar para essa questão como uma questão de liberdade é de quem leu um estudo mas não estudou. Eu posso ler um estudo, não quer dizer que entenda”, disse ainda.

“E quando vejo estas pessoas a manifestarem-se publicamente, a primeira coisa que me vem à cabeça é imaginar os médicos, enfermeiros, bombeiros, as pessoas que perderam familiares com a Covid a verem aquela m**** e a pensarem: ‘Não estou a acreditar que isto está a acontecer’. Depois de um ano, estas pessoas estão na rua, sem máscara, juntas, a gritar liberdade. Onde é que entra o conceito de liberdade aqui? Não consigo entender! Usar a máscara é uma coisa que nos pedem e não me parece que seja uma coisa muito complicada. Para um médico que está com turnos de 12, 14 horas a ligar pessoas a ventiladores, parece-me um bocadinho mais chato do que usar uma máscara”, acrescentou o humorista.

Por último, Bruno Nogueira explica que, na sua opinião, ” a liberdade acaba quando uma pessoa está a pôr em risco a saúde dos outros”. “Portanto, apelar ou reivindicar, ou fazer da bandeira o não uso da máscara, não consigo entender… Percebo a raiva, a fúria contra o Governo, o discordar das medidas, percebo isso tudo e sou o primeiro a falar disso no ‘Tubo de Ensaio’ quando é caso disso. Só que este assunto não é sobre isso. O que estas pessoas estão a reivindicar, acima de tudo, é a liberdade delas, finalizou.

Sociedade

Estrela da internet com 22 anos comprou mansão de John Lennon

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Chama-se Lucas Castellani e acaba de adquirir uma mansão, em Los Angeles, que pertenceu a John Lennon. O jovem brasileiro, de 22 anos, é uma estrela da internet e soma mais de um milhão de seguidores no Instagram.

A mansão foi adquirida pelo valor de 4 milhões de euros, situa-se no mesmo bairro onde residem Lenny Kravitz e Paris Hilton, e conta com três quartos, quatro casas de banho e piscina com jacuzzi, com a área total a somar 278m2.

“Não acho que tenha necessidade de morar em uma casa tão grande sozinho. É empreendedorismo e investimento. Não é presente dos pais, não foram eles que deram. Fui ao banco, financiei e consegui a aprovação como forma de me consolidar nos EUA e conseguir o green card”, esclareceu o jovem.

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Sociedade

“Family Talks: Luta Rosa, Pensa Rosa” em exposição no Alameda Shopping até 17 de outubro

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No âmbito do mês de “outubro rosa”, o Alameda Shop & Spot recebe a exposição fotográfica “Family Talks: Luta Rosa, Pensa Rosa.”.

A iniciativa decorre entre os dias 2 a 17 de outubro, com o apoio da Fama Rádio e em parceria com o AXN White, com o objetivo alertar para a doença oncológica do Cancro da Mama.

Localizada na Praça Central, no piso 1, a exposição tem como participantes doentes e
ex-doentes oncológicos reais, que ultrapassaram a doença ou ainda se encontram em
fase de tratamento. Desenvolvida pela fotógrafa Inês Costa Monteiro ,a exposição pretende sensibilizar a população para o Cancro da Mama – uma doença que, em Portugal, regista cerca de 6 mil novos casos todos os anos -, dando destaque à importância do diagnóstico precoce e ao acompanhamento médico regular.

Para Marta Trigoso, Senior Marketing Manager do AXN Portugal, “esta é uma homenagem simbólica que permite dar um rosto à doença e aproximá-la da população, relembrando que o diagnóstico pode ser a diferença entre um caso detetado a tempo ou não”.

A inicitiva faz parte da campanha de sensibilização do canal AXN WHITE, “Luta Rosa, Pensa Rosa.”, no âmbito das ações Family Talks, já desenvolvidas pelo canal de televisão. A decorrer durante outubro, o canal irá vestir-se de cor-de-rosa numa campanha integrada on air e nas redes sociais.

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Cultura

Artista dinamarquês fugiu com 70 mil euros de museu e chamou-lhe “obra de arte”

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Um museu dinamarquês quer que um artista devolva cerca de 534 mil coroas norueguesas (equivalente a 72 mil euros), que recebeu em notas para serem incorporadas em obras de arte, ​depois de ter exposto telas em branco com o título “Pegue no dinheiro e corra”.

Jens Haaning, um artista dinamarquês, tinha feito um acordo com o Museu Kunsten, no norte da Dinamarca, de que usaria as notas para recriar um par de obras de arte de 2007 e 2010, que mostrava a diferença entre o salário anual de um austríaco e de um dinamarquês. No entanto, quando o museu abriu a caixa que Haaning entregou para a instalação, teve uma surpresa: o dinheiro tinha desaparecido, as telas estavam em branco e o título da obra de arte tinha sido alterado.

“Ele provocou a minha equipa curatorial e também me provocou um pouco, mas eu também ri porque era muito humorístico”, disse Lasse Andersson, diretor do museu na cidade de Aalborg, em declarações à “BBC”, acrescentando, porém, que o dinheiro precisava de ser devolvido. “É o dinheiro do museu e temos um contrato a dizer que o dinheiro será devolvido no dia 16 de janeiro”, disse.

Essa não parece ser a intenção de Haaning. Ao jornal local “dr.dk”, o artista de 56 anos garantiu que vai ficar com o dinheiro. “A obra de arte é que eu fiquei com o dinheiro deles”, afirmou. “Não é roubo. É uma quebra de contrato e a quebra de contrato faz parte do trabalho”.

Segundo Hanning, a obra foi concebida em retaliação ao que ele considera uma remuneração irrisória por ser incluído na exposição. “Encorajo outras pessoas que têm condições de trabalho tão miseráveis quanto eu a fazer o mesmo”, afirmou.

O artista disse ainda que recriar os seus trabalhos anteriores teria custado 25 mil coroas norueguesas (2470 euros) do seu próprio bolso e que fazê-lo faria perder o sentido dos originais. “Por que deveríamos mostrar um trabalho com 11 anos que é sobre a Dinamarca ou um sobre o relacionamento da Áustria com um banco há 14 anos?”, questionou.

O diretor do museu refuta a alegação de Haaning de que o museu não concordou em pagar o seu serviço de forma justa. “Acabámos de assinar um acordo com a associação de artistas dinamarquesa que aumenta o valor que os artistas recebem quando estão em exposição”, explicou. “Acho que Jens quebrou o acordo”.

De acordo com a “Bloomberg”, o Museu Kunsten está a considerar a possibilidade de envolver a polícia no caso se Hanning não devolver o dinheiro até ao final da exposição em janeiro de 2022.

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