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Cultura

J. K. Rowling vai doar até 1,2 milhões de euros para ajudar órfãos na Ucrânia

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A escritora britânica J. K. Rowling, autora da saga “Harry Potter”, vai doar até um milhão de libras (1,2 milhões de euros) para ajudar as crianças em orfanatos na Ucrânia, anunciou hoje a escritora, através do Twitter.

Deste modo, a escritora responde a um apelo da Fundação Lumos, instituição de caridade que cofundou em 2005 com a baronesa Emma Nicholson de Winterbourne, apelando a que mais pessoas se juntem a esta causa, que está a desenvolver “um trabalho crucial com algumas das crianças mais vulneráveis na Ucrânia”.

Na sua página de Twitter, a Lumos fez um apelo por donativos urgentes para fazer chegar alimentos, bens de higiene e material médico às crianças afetadas pela crise humanitária ucraniana.

“Pessoalmente, farei corresponder as doações a este apelo, até um milhão de libras”, escreveu J. K. Rowling, agradecendo a todas as pessoas que já doaram à instituição.

Na sua página de Internet, a Lumos explica que neste momento a sua equipa está a “trabalhar na Ucrânia, nos países vizinhos, e com parceiros de confiança na região, para prestar assistência a crianças presas em orfanatos, fornecer alimentos de emergência, kits de higiene e médicos, ajudar a manter algumas das crianças mais vulneráveis em segurança, e apoiar famílias, famílias de acolhimento e famílias de acolhimento de emergência”.

“A Lumos tem estado a trabalhar extensivamente na região de Zhitomir, na Ucrânia, a oeste da capital Kiev, uma área agora sob ataque das forças russas”, acrescenta.

Segundo dados da fundação, antes da invasão, havia mais de 1.500 crianças internadas em orfanatos na região, e cerca de 100.000 crianças a viver em instituições em todo o país.

Por isso, a invasão pelas forças russas significa que agora há mais crianças em perigo, alerta a Lumos, afirmando que tem trabalhado com o governo da Ucrânia na reforma do sistema de cuidados, para aumentar a proteção das crianças e prevenir a separação familiar.

Cultura

Concerto de David Fonseca em Famalicão

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A antestreia do filme “O último animal”, de Leonel Vieira, e um concerto de David Fonseca são dois dos destaques do YMotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão, que começa no dia 21, anunciou a organização.

O festival de cinema, que tem como missão apoiar o cinema de jovens realizadores, entre os 12 e os 35 anos, tem uma programação abrangente, contando este ano com a antestreia nacional da longa-metragem “O último animal”, de Leonel Vieira.

O filme é uma coprodução luso-brasileira rodada no Rio de Janeiro, que mergulha no submundo do jogo ilegal e do tráfico de droga.

Do elenco faz parte o ator português Joaquim de Almeida, que estará em Famalicão para apresentar o filme.

Da programação anunciada, sabe-se que este ano a direção do festival selecionou 40 curtas-metragens de jovens realizadores portugueses, todos em competição pelo Grande Prémio Joaquim de Almeida.

O júri deste ano contará com Tiago R. Santos (argumentista), Paulo Trancoso (presidente da Academia Portuguesa de Cinema), Cláudia Clemente (escritora e realizadora), Paulo Pires (ator), Fernando Vasquez (jornalista e programador), Lúcia Pires (realizadora e argumentista) e Bruno Carnide (realizador e programador).

O festival irá ainda prestar homenagem à atriz portuguesa Soraia Chaves e exibir as primeiras imagens do “objeto musical” “Tiago Bettencourt – O outro lado do eclipse”, que o músico está a fazer sobre o impacto da pandemia da covid-19 na sua carreira.

O oitavo YMotion terminará com um concerto de David Fonseca, que tem andado em digressão pelo país, com o mais recente álbum, “Living Room Bohemian Apocalypse”.

O festival YMotion decorrerá em vários espaços de Famalicão, nomeadamente o Centro de Estudos Camilianos e a Casa das Artes.

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Cultura

Peter Gabriel de volta aos discos e palcos.

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O veterano Peter Gabriel, atualmente com 72 anos, anunciou uma digressão pela Europa, com início marcado para maio na Polónia. 

É a primeira digressão europeia do músico inglês no espaço de quase uma década. A primeira paragem é a 18 de maio na cidade de Cracóvia. A última data está marcada para Dublin, Irlanda. Por enquanto, não foi anunciada nenhuma data em Portugal. 

O antigo elemento dos Genesis também anunciou que voltou ao estúdio e que, em breve, vai lançar um disco intitulado “i/o”.

“Já passou algum tempo. Agora estou rodeado por uma série de canções novas e estou muito entusiasmado por ir para a estrada mostrá-las. Estou ansioso por voltar a ver-vos”, esreveu o músico nas contas oficiais.

O álbum “i/o” é o sucessor de “New Blood” – o registo duplo que junta canções mais antigas do músico e compositor com arranjos orquestrais. O último disco com material novo de Gabriel – o álbum “Up” – foi editado em 2002.  

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Cultura

António Zambujo e Miguel Araújo vão voltar a reunir-se em palco

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“O conceito do espetáculo será o mesmo, seremos os dois sozinhos com as nossas guitarras. Obviamente que o repertório será diferente, porque de há sete anos para cá tanto eu como o Miguel temos muitas músicas novas e muitas coisas que já fizemos entretanto, que iremos incluir neste espetáculo. Vai ser assim uma misturada”, contou António Zambujo, em declarações à agência Lusa.

Os músicos atuam a 23 de setembro, no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, a 7 de outubro, na Altice Arena, em Lisboa, e no dia 28 de outubro, na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, no Porto.

Estes concertos acontecem sete anos depois de terem dado 28 espetáculos nos coliseus do Porto e de Lisboa, que tiveram lotação esgotada.

Cada concerto é diferente do outro porque, de acordo com António Zambujo, “são improvisados”.

“Temos uma base inicial, uma ordem de três ou quatro músicas no início e outras tantas no final, talvez aquelas mais conhecidas, e depois lá pelo meio é sempre meio imprevisível”, contou Zambujo.

Nos espetáculos de 2016, até aconteceu António Zambujo tocar guitarra elétrica, “uma coisa que nunca tinha acontecido na vida” do músico.

“Como é um espetáculo tão despido, não tem banda, não tem nada, a interação que vai existindo com o público, a conversa que vamos tendo um com o outro, de vez em quando vão surgindo músicas que não fazem parte ou de que não nos lembramos, ou tocamos só um trecho de uma coisa, pode acontecer de tudo”, referiu.

Como “houve muita gente” que em 2016 assistiu “a mais do que um concerto”, há quem possa “testemunhar isso”. “Sabem que nenhum dos concertos foi igual. Foi sempre mudando uma música ou outra, a conversa também vai sempre puxando para uma coisa ou para outra. É isso que vai acontecer nestes”, afirmou.

Quanto à hipótese de os dois músicos poderem repetir ou igualar a marca dos 28 coliseus, António Zambujo disse que a ideia é apenas estarem em palco juntos a tocarem. “Que é uma coisa que gostamos muito de fazer. Não há qualquer objetivo de superar o que quer que seja”, referiu.

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