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Sociedade

Insólito: Zoom pode ser traiçoeiro, mas arranca gargalhadas

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Depois de uma recente história que dava conta de um advogado que, durante uma audiência com o juiz, não conseguia desligar um filtro que o colocava na imagem como um gato, eis que surge um novo insólito.

Desta vez, no Minnesota, nos EUA, o congressista Tom Emmer surge na videoconferência Zoom com um novo filtro que o coloca de cabeça para baixo.

Os participantes riram-se da situação e até houve quem perguntasse, em tom de brincadeira, “É alguma metáfora?”.

Tom admitiu não saber como retirar o filtro, ao que lhe foi respondido: “Ao menos não és um gato”.

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Estilista famalicense veste Cristina Ferreira. Look arranca elogios

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Na última gala do programa All Together Now Cristina Ferreira usou um vestido do estilista famalicense Gonçalo Peixoto. A apresentadora partilhou na sua conta de Instagram uma fotografia com o look completo. Era composto pelo vestido acetinado de festa em tons claros com um laço na cintura e apenas uma manga, da autoria de Gonçalo Peixoto, e ainda umas sandálias da sua própria coleção – a Cristina Collection.

“Numa noite dos mais pequenos o vestido é do grande Gonçalo Peixoto, jurado do ‘All Together Now”, escreveu a apresentadora aquando da partilha do look.

“Uauuu…que arraso!!!! Lindíssima”, “Agora sim amo o vestido” ou “Parabéns a quem produziu e a quem veste. Linda!”, são apenas alguns dos comentários escritos na publicação da comunicadora.

O famalicense Gonçalo Peixoto foi um convidados do último programa dedicado aos mais novos. O estilista esteve recentemente à conversa com a Fama Rádio e Televisão aquando da sua participação na semana da moda em Milão. Reveja a entrevista aqui.

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Estudo da Universidade do Minho aponta benefícios do café para a atividade cerebral

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Um investigador da Universidade do Minho (UMinho) concluiu que consumidores de café têm melhor controlo motor, maiores níveis de atenção e alerta e que a cafeína tem “benefícios na aprendizagem e na memória”, divulgou hoje aquela instituição.

Em comunicado, a UMinho aponta que o estudo, liderado pelo investigador do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) Nuno Sousa e publicado na revista Molecular Psychiatry, “oferece uma perspetiva única nas mudanças estruturais e de conectividade que acontecem no cérebro de quem bebe café regularmente”.

O também presidente da Escola de Medicina da UMinho percebeu que, quando em repouso, quem bebe café com regularidade tem “um reduzido grau de conectividade em duas áreas do cérebro (conhecidas como precuneus direito e insular direito), indicando efeitos como uma melhoria no controlo motor e nos níveis de alerta (ajudando na reação ao estímulo) em comparação com quem não bebe café”.

A investigação encontrou “padrões de maior eficiência noutras áreas do cérebro, como o cerebelo”, consistente com efeitos “como a melhoria do controlo motor” e “uma maior atividade dinâmica em várias áreas do cérebro” a que se junta “uma notória melhoria” na aprendizagem e na capacidade de memória.

As diferenças no cérebro, observadas em quem bebe café regularmente, foram também notadas num grupo de pessoas que não bebem café após consumirem um copo daquela bebida: “Este indicador é surpreendente, demonstrou uma capacidade do café em impor mudanças em curtos períodos de tempo e torna o café o gatilho dos efeitos”, refere o texto.

A investigação usou uma tecnologia apelidada de ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla inglesa) para comparar a estrutura e conectividade no cérebro de um grupo de pessoas que bebe café diariamente com a de um grupo de pessoas que não bebe café.

O projeto é apoiado pelo Institute for Scientific Information on Coffee.

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Covid-19: no Brasil medicamentos falham para pacientes ventilados

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O Governo brasileiro começou hoje a entregar novos lotes de medicamentos para aliviar a dor dos doentes com covid-19 ventilados, mas a quantidade é insuficiente para fazer face ao aumento de contágios. 

A necessidade desse tipo de medicação aumentou à medida que o número de casos disparou e deixou o Brasil com um registo de quase 370.000 mortes e cerca de 13,8 milhões de infeções pelo novo coronavírus.

Segundo o Ministério da Saúde, trata-se do chamado “kit de intubação”, composto essencialmente por três tipos diferentes de sedativos, necessários para o processo de intubação traqueal de pacientes em estado grave.

Segundo o ministério da tutela, 2,3 milhões desses ‘kits’, doados por empresas privadas e importados da China, serão distribuídos por todo o país este fim de semana, mas esse número, segundo a Confederação Nacional de Municípios, é insuficiente para satisfazer as necessidades crescentes nas 5.570 cidades do país.

A organização informou que pelo menos 975 destas localidades têm os sedativos necessários, em média, para os próximos quatro dias, e instou a assegurar a distribuição de medicação no mais curto espaço de tempo possível.

Um dos estados onde a situação é crítica é São Paulo, o mais populoso do país, com 46 milhões de habitantes, que este fim de semana se prepara para receber 400.000 ‘kits’, um fornecimento que, segundo as autoridades locais, é suficiente apenas para “alguns dias”.

Tanto o Ministério da Saúde como as organizações que reúnem os governadores e presidentes de municípios do Brasil iniciaram negociações com outros países e com as Nações Unidas para tentar garantir tanto estes sedativos como oxigénio medicinal, que também começou a escassear em pelo menos 400 cidades, de acordo com dados oficiais.

Uma das doações confirmada chegará de Espanha, que enviará para o Brasil “várias toneladas” de ajuda médica, no âmbito das conversações entre o Governo brasileiro e a União Europeia (UE).

O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou hoje que o país vai receber em maio, sem apontar uma data, quatro milhões de doses da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca.

Segundo um comunicado da tutela, será um lote da iniciativa Covax Facility, promovida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da qual o Brasil reservou 42 milhões de doses da vacina contra a covid-19, mas recebeu até agora apenas um milhão de unidades. 

De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, 28,5 milhões de pessoas no Brasil foram vacinadas, mas só sete milhões receberam as duas doses necessárias para ficarem imunizadas.

Também de acordo com informação oficial, dos 210 milhões de brasileiros, 77,2 milhões estão entre os “grupos prioritários”, que incluem pessoas consideradas “em risco”.

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu hoje existirem problemas na obtenção de medicamentos e vacinas, mas, no caso dos antigénios, voltou a apostar na produção interna, que deverá começar em força no segundo semestre deste ano.

A produção local será dos laboratórios Butantan e FioCruz, que têm acordos para produzir no país a vacina AstraZeneca-Oxford e com o laboratório chinês Sinovac.

“Existem dificuldades de saúde a serem ultrapassadas. Temos muitos pacientes que necessitam de cuidados intensivos e intubação traqueal, mas estamos à procura dos fornecimentos necessários, apesar da escassez nos mercados nacionais e internacionais”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.000.955 mortos no mundo, resultantes de mais de 139,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

AYR // HB

Lusa/Fim.

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