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Música

Músico internacional quer trabalhar com The Black Mamba

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Em entrevista à TV 7 Dias, o vocalista dos Black Mamba revelou que a participação da banda no Festival da Eurovisão permitiu atrair bastante as atenções a nível internacional.

Tatanka confessou ainda que já existe uma proposta “em cima da mesa”. Flo Rida, um rapper americano da Flórida, já os contactou e quer trabalhar com eles.

“Ficou rendido ao nosso talento e quer trabalhar connosco. Já me enviou uma mensagem para o Instagram para o caso de eu ter perdido o número dele. Abriram-se portas no estrangeiro. É importante para nós atingirmos este nível de popularidade e de reconhecimento”, disse o cantor na mesma entrevista.

Flo Rida já vendeu 80 milhões de discos em todo o mundo e esta provável colaboração pode traduzir-se numa nova rampa de lançamento para a banda portuguesa.

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Eurovisão comentada a partir de abrigo na Ucrânia.

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A canção da Ucrânia está entre as primeiras dez finalistas. Timur Miroshnychenko, da televisão ucraniana, comentou o concurso abrigado das bombas.

No passado dia 10 de maio, teve lugar a primeira semifinal da Eurovisão 2022, com Portugal a conseguir ficar entre os dez finalistas tal como a Ucrânia que também passou à final com ‘Stefania’ dos Kalush Orchestra. O concurso acontece em Turim, Itália.

 Em contexto de guerra, Timur Miroshnychenko, o comentador da televisão ucraniana, relatou o que ia acontecendo no palco da arena Pala Olímpico a partir de um abrigo localizado em Kiev, a capital do país que continua a ser um alvo do Kremlin.

Os Kalush Orchestra, que interpretaram a canção ‘Stefania’, tiveram uma autorização especial, dada pelo governo ucraniano, para participarem no concurso, caso contrário os vários elementos do grupo teriam de estar a apoiar a Ucrânia no combate contra as forças militares russas ao abrigo da lei marcial que impede a saída do país de homens entre os 18 e os 60 anos.

A banda ucraniana tem sido apontada como a favorita à vitória no site de apostas eurovisionworld.

Além de Portugal e Ucrânia, estão na final: Suíça (‘Boys do cry’, Marius Bear), Arménia (‘Snap’, Rosa Linn), Islândia (‘Með hækkandi sól’, Systur), Lituânia (‘Sentimentai’, Monika Liu), Noruega (‘Give that wolf a banana’, Subwoolfer), Grécia (‘Die together’, Amanda Georgiadi Tenfjord), Moldova (‘Trenuletul’, Zdob si Zdub & Advahov Brothers) e Países Baixos (‘De Diepte’, S10).

De fora ficaram Albânia, Letónia, Eslovénia, Bulgária, Croácia, Dinamarca e Áustria.

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Música

“SURRENDER: 40 Canções, Uma História” é o livro de memórias de Bono e chega a Portugal dia 1 de novembro

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Bono, que celebrou no passado dia 10 de maio 62 anos, aproveitou o dia de aniversário para anunciar o lançamento de um livro de memórias. “SURRENDER: 40 Canções, Uma História”, assim se chama a publicação, vai ser lançada a 1 de novembro. Em Portugal, a edição chega através da editora Objectiva, uma chancela da Penguin Random House Grupo Editorial.

Em “SURRENDER: 40 Canções, Uma História”, o vocalista da banda irlandesa escreve “na primeira pessoa sobre a sua vida notável e sobre aqueles com quem a tem partilhado”, diz a nota de imprensa. “Bono leva-nos até aos seus dias de juventude em Dublin [Irlanda], ao momento em que perdeu a mãe subitamente, aos 14 anos, à improvável viagem dos U2 antes de se tornarem uma das bandas mais influentes de sempre e aos mais de 20 anos como ativista, dedicado à luta contra a SIDA e à pobreza extrema.

Num exercício de franca autoanálise e com uma dose saudável de humor, Bono abre a porta para a sua vida, a sua família e amigos e para a fé em que se apoiou, que o desafiou e que o moldou”, continua o comunicado.

São 40 os capítulos que compõem o livro e cada um deles evoca uma música dos U2. O músico criou ainda 40 desenhos originais para ilustrar o livro e fez um vídeo, narrado por si, baseado nas suas ilustrações. O vídeo apresenta um excerto de um dos capítulos do livro – ‘Out of Control’ – no qual Bono narra o episódio da composição do primeiro single dos U2 a 10 de maio de 1960 – dia do seu 18. º aniversário.

“Quando comecei a escrever este livro esperava conseguir contar em maior pormenor o que apenas tinha deixado esboçado nas minhas canções. As pessoas, os lugares, as possibilidades de uma vida. SURRENDER é uma palavra carregada de sentimento para mim. Crescer na Irlanda nos anos setenta sempre pronto para a luta (musicalmente falando) não foi óbvio. Uma palavra a que regressei apenas quando organizei os pensamentos para escrever este livro. Ainda me debato com esta missão que me foi confiada. Na banda, no meu casamento, na minha fé, na minha vida enquanto ativista. SURRENDER é a história de um peregrino que não consegue avançar… com uma dose generosa de diversão pelo caminho.”

Bono

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Música

Discos de vinil voltaram a ser fabricados em Portugal

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É um suporte que está a regressar e o número de vendas já ultrapassa a dos CDs.

Os discos de música em vinil voltaram a ser fabricados em Portugal, ao fim de 30 anos. É um suporte que está de regresso e o número de vendas já ultrapassa a dos CDs.

A fábrica Grama Pressing está sediada na zona do Porto, em Nogueira da Maia, e está em funcionamento desde o final do ano passado.

Em menos de um ano, a Grama Pressing já produziu mais de uma centena de álbuns de diferentes estilos musicais.

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