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Cultura

Marta Melro sobre os artistas: “Julgam que nos pusemos ao comprido”

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Marta Melro fez uso da sua conta de Instagram para fazer um desabafo sobre como os artistas são vistos pela sociedade e pelo próprio governo.

A atriz mostra-se indignada acerca do sentimento geral perante os artistas e afirma que “são vistos como fúteis ( muitas vezes fruto das não notícias que tantas vezes saem e que alimentam este sentimento de ódio) , como preguiçosos , como fracos , como dispensáveis , como inúteis .”

“Atiram pedras e julgam que nada fizemos para chegar onde chegamos , que temos cunhas ou então que nos pusemos ao comprido. Se fores mulher e artista então ainda há mais ódio para destilar . Somos as p**** que mostram o corpo porque precisam de trabalho ( porque está fora de questão alguém pensar que pura e simplesmente somos livres e confiantes para o fazer sem segundas intenções). Somos as porcas que deviam lavar escadas “, acrescentou.

“Somos as músicas , os filmes , a dança, a fotografia , a poesia , as telas que deviam desaparecer para ir cavar a terra . Devíamos desaparecer, somos dispensáveis para a sociedade . Assim o diz uma sociedade cada vez mais tacanha e enraivecida , assim diz o governo que nada faz para dignificar a classe”, finalizou.

Veja agora a publicação da atriz na íntegra…

Cultura

Artista dinamarquês fugiu com 70 mil euros de museu e chamou-lhe “obra de arte”

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Um museu dinamarquês quer que um artista devolva cerca de 534 mil coroas norueguesas (equivalente a 72 mil euros), que recebeu em notas para serem incorporadas em obras de arte, ​depois de ter exposto telas em branco com o título “Pegue no dinheiro e corra”.

Jens Haaning, um artista dinamarquês, tinha feito um acordo com o Museu Kunsten, no norte da Dinamarca, de que usaria as notas para recriar um par de obras de arte de 2007 e 2010, que mostrava a diferença entre o salário anual de um austríaco e de um dinamarquês. No entanto, quando o museu abriu a caixa que Haaning entregou para a instalação, teve uma surpresa: o dinheiro tinha desaparecido, as telas estavam em branco e o título da obra de arte tinha sido alterado.

“Ele provocou a minha equipa curatorial e também me provocou um pouco, mas eu também ri porque era muito humorístico”, disse Lasse Andersson, diretor do museu na cidade de Aalborg, em declarações à “BBC”, acrescentando, porém, que o dinheiro precisava de ser devolvido. “É o dinheiro do museu e temos um contrato a dizer que o dinheiro será devolvido no dia 16 de janeiro”, disse.

Essa não parece ser a intenção de Haaning. Ao jornal local “dr.dk”, o artista de 56 anos garantiu que vai ficar com o dinheiro. “A obra de arte é que eu fiquei com o dinheiro deles”, afirmou. “Não é roubo. É uma quebra de contrato e a quebra de contrato faz parte do trabalho”.

Segundo Hanning, a obra foi concebida em retaliação ao que ele considera uma remuneração irrisória por ser incluído na exposição. “Encorajo outras pessoas que têm condições de trabalho tão miseráveis quanto eu a fazer o mesmo”, afirmou.

O artista disse ainda que recriar os seus trabalhos anteriores teria custado 25 mil coroas norueguesas (2470 euros) do seu próprio bolso e que fazê-lo faria perder o sentido dos originais. “Por que deveríamos mostrar um trabalho com 11 anos que é sobre a Dinamarca ou um sobre o relacionamento da Áustria com um banco há 14 anos?”, questionou.

O diretor do museu refuta a alegação de Haaning de que o museu não concordou em pagar o seu serviço de forma justa. “Acabámos de assinar um acordo com a associação de artistas dinamarquesa que aumenta o valor que os artistas recebem quando estão em exposição”, explicou. “Acho que Jens quebrou o acordo”.

De acordo com a “Bloomberg”, o Museu Kunsten está a considerar a possibilidade de envolver a polícia no caso se Hanning não devolver o dinheiro até ao final da exposição em janeiro de 2022.

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Cultura

Liam Gallagher dedicou ‘Live Forever’, dos Oasis, a Charlie Watts.

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Liam Gallagher homenageou Charlie Watts, falecido baterista dos Rolling Stones, com uma das canções mais famosas dos Oasis: ‘Live Forever

O músico atuou esta sexta-feira no festival de Leeds, e relembrou o baterista com uma performance emotiva daquela que já disse ser a sua canção preferida dos Oasis.

“O Charlie Watts está, provavelmente, a divertir-se à grande lá em cima”, acrescentou ainda. Veja o vídeo.

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Cultura

Pixies encabeçam o festival Paredes de Coura 2022

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O festival Paredes de Coura divulgou hoje os 20 primeiros nomes para a próxima edição, que se realiza de 16 a 20 de agosto de 2022.

Pixies e IDLES encabeçam esta primeira ‘investida’ do festival courense. Eram nomes já anunciados para as edições que se viram canceladas. Veja a lista completa das confirmações divulgadas este sábado:

Pixies
IDLES
The Blaze
Slowthai
Tommy Cash
BadBadNotGood
The Comet Is Coming
Yellow Days
Parque Courts
Ty Segall & Freedom Band
Yves Tumor
Alex G
Beabadoobee
Molchat Doma
Viagra Boys
The Murder Capital
L’Impératrice
Mall Grab
Nu Genea Live Band
HAAi

A partir de terça-feira, 24 de Agosto, às 12h00, e por um período de 72 horas, os passes para o festival custam 110 euros nos locais habituais. A partir de sexta-feira, às 12h00, o preço passa a ser 120 euros, refere a organização, que também apresenta informações sobre as trocas de passes para as edições que se viram adiadas: “poderá também ser efetuada a partir da mesma data, online e em loja, mediante o local onde foi adquirido. Os detalhes sobre como fazer esta troca ficam disponíveis na mesma data, no site oficial do festival”.

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